As nossas crianças

Enio Gomes Fontenelle 10/10/2017

AS NOSSAS CRIANÇAS
Você soube sobre a Exposição do Quee rMuseum em Porto Alegre?
Você viu a homem nu sendo tocado por uma criança, sob incentivo da mãe, em Mostra de “Arte” no MAM?
Vou assistiu ao Fantástico de domingo último?
Você já viu a “entrada” da nova novela da Globo?
Viu tudo isso?
Bem, eu acho que você ficou indignado, como a maioria do povo brasileiro.
Mas… Quer saber de uma coisa?
Os seus filhos e os seus netos também viram, talvez nem tenham a noção exata de tudo isso, e podem estar confusos sobre se indignar ou não, eis que o bombardeio está vindo de todos os lados, inclusive com direito a entrevistas com artistas famosos (e admirados), cuidando de afirmar que ser contrário é uma espécie de intolerância aos “tempos modernos”.
Então… Pare o que você está fazendo.
Pare AGORA, e perceba que isso não está acontecendo só em Porto Alegre, em São Paulo e na telinha do “plin-plin”.
Isso está tendo repercussões aí mesmo, perto de você.
Isso está acontecendo nas cabeças de nossas crianças, essas mesmas que abraçamos e beijamos todos os dias, de quem conhecemos os rostos, mas desconhecemos o íntimo.
Está na hora de trazê-las para perto, de falar aos seus ouvidos.
A conversa será difícil?
– É claro que será.
O assunto será adequado para as idades delas?
– Se fosse no saudoso passado, eu diria que não, não seria.
Mas hoje… É imperativo falar, porque tais temas estão sendo colocados por terceiros, e esses terceiros são nosso inimigos, como inimigos são de nossa prole.
Eu não sou psicólogo, nem agente de educação, e, portanto, não sei COMO abordar tais assunto. A única coisa que eu sei é o QUANDO, pois tem que ser AGORA.
Converse com eles, comentem os fatos, identifique as suas opiniões.
Se tais opiniões forem resultado de toda a consciência cristã que você e a sociedade brasileira lhes deu, menos mal, mas inda assim será necessária uma ênfase diuturna sobre tais valores, sempre que qualquer coisa maléfica for trazida pelo vento.
Se, pelo contrário, você perceber que existe uma “adesão” involuntária a essas ideias satânicas, o trabalho será maior, mas MUITO mais necessário e urgente.
Não esqueçam, também, de interferir no comportamento deles.
Se for menino, jogar futebol com os amigos ou brincar de pega-ladrão com armas de brinquedo, subir em árvores ou aprender jiu-jistu são coisas saudáveis, porque estimulam a produção de testosterona, a mesma testosterona que lhe querem roubar para criar “homens delicados”, incapazes, no futuro, de defender a si próprio, à sua família e à sociedade.
Se for menina, incentivar o cuidado com bonecas, pois ali, naqueles gestos inocentes de uma criança-mulher, está-se criando a mulher-criança, que será responsável pelo equilíbrio de toda a sua futura família, tornando-a capaz de ser feliz, e de desenvolver a sociedade onde todos poderão ser livres.
Para concluir, desejo enfatizar:
O vírus do mal não está só no mundo lá fora, ele pode estar (e provavelmente está) contaminando aquela criança adorável e querida que está sentada aí mesmo, no sofá ao seu lado.

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